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Adultos Índigo: A Missão Espiritual dos Ábikús

Algumas almas chegam antes do tempo para abrir caminhos que o mundo ainda não aprendeu a enxergar.

Os adultos sentem e leem o campo energético das pessoas; eles são, naturalmente, leitores de manifestações energéticas. Gradualmente, estes adultos querem, mais do que tudo, aprender a equilibrar sua energia, assumir sua missão e dons, aprender a como se desenvolver e evoluir, ajudando os que seguem neste mundo nascendo — as crianças e jovens.

A frequência Abiku está disponível a todos os seres humanos e pode ser acessada na medida em que nossa consciência vai se expandindo mais e mais durante os nossos aprendizados. Quanto mais conscientes, mais aptos nos tornamos a perceber e acessar outros diferentes tipos de realidades que antes nem imaginávamos existir. Na medida em que mais e mais seres humanos Índigos (Abikus) existam e convivam entre si, mais rápido se dará a nossa evolução espiritual. Com esta convivência, estaremos nos aproximando cada vez mais da quarta e quinta dimensões, já que a Terra é originalmente um planeta da terceira dimensão, devido às consciências predominantes.

Abaixo, citaremos algumas características de adultos Índigo (Abikus) para uma melhor compreensão da nossa temática aqui estudada. Estes são muito inteligentes, apesar de não terem tido as melhores notas nas escolas por onde passaram. Tinham e têm aversão ou detestam grande parte dos trabalhos repetitivos e obrigatórios na escola ou faculdade. Muitos experimentaram a depressão existencial bem cedo e um sentimento de impotência ao decorrer de sua infância e adolescência. Tiveram dificuldades com os seus empregos supervisionados; os adultos Índigos (Abikus) resistem à autoridade e ao sistema hierárquico de trabalho. Têm problemas com sistemas que consideram falidos ou ineficazes, por exemplo: financeiro, político, médico, educacional, etc.

Sentem frustração ou rejeição pelo tradicional, como o “sonho de carreira”, casamento e filhos. Possuem um ardente desejo de fazer algo para mudar ou melhorar este mundo, porém podem demorar até reconhecerem qual é a sua vocação para realizar estes desejos. Desde muito novos, têm interesse por assuntos espirituais e esotéricos; possuem uma forte intuição no seu dia a dia e tiveram experiências psíquicas, tais como premonições, ouvir e ver pessoas desencarnadas, experiências fora do corpo, etc.

Os Índigos (Abikus) que já são adultos, especialmente aqueles que chegaram e já têm idades acima de 50 anos (ou às vezes até mais), chegaram ao planeta Terra em uma época em que ainda havia poucos Índigos por aqui e, portanto, a energia era mais densa. Os paradigmas eram outros, a consciência era ainda mais limitada, os padrões eram muito mais rígidos e as mentes dos pais, professores e governantes eram muito mais limitadas do que são hoje em dia. Estes adultos Índigos encarnaram na Terra em uma época em que a vida e a realidade eram totalmente enquadradas em padrões socialmente aceitos, e tudo o que não fosse enquadrado neles era tido como inexistente.

Quando crianças, eram extremamente sensíveis, sensibilidade que lhes causou enormes dificuldades de adaptação. Eram crianças cuja essência apontava na direção de uma vida espiritual, uma vida guiada por valores mais elevados. Imagine você o quão difícil foi encarnar em uma época e em um contexto tão contrário e arbitrário à manifestação de seus dons mediúnicos. A missão destes seres na Terra está voltada para a produção de mudanças, para que a revisão de valores e paradigmas possa ser estabelecida; assim, a unidade e o amor encontrarão espaços para se manifestarem.

No processo de desenvolvimento espiritual, os adultos Índigo (Abikus) presenciaram um choque significativo entre as energias mais sutis e as mais densas, oriundas principalmente de seu universo familiar e do seu entorno. Poucas famílias estavam, na época, espiritualizadas o suficiente para recebê-los e compreendê-los. Estas atitudes causaram-lhes grandes dificuldades de adaptação por onde quer que fossem. Seus dons não eram aceitos em suas próprias famílias e muitos se desviaram do caminho espiritual por não terem tido a devida aceitação por pais, amigos, médicos e sacerdotes à sua volta, confundindo estes dons com valores retroativos, às vezes até da Idade Média. Eles foram e ainda são chamados de hiperativos, loucos, bipolares, esquizofrênicos, doentes sem causa aparente e rebeldes sem causa. Muitos foram excessivamente — e ainda são — medicados e internados em manicômios, esquecendo-se de sua verdadeira essência vital.

Os Índigos (Abikus) que compreendem sua missão sabem da importância de sua vinda à Terra. Eles mantêm a possibilidade de que a Terra continuará a evoluir sempre; tudo o que não serve à humanidade se desvanecerá com a sua presença. Eles encarnaram para ajudar na transformação social, espiritual, educacional e familiar de todo o planeta, independentemente das fronteiras e das classes sociais. São como catalisadores para desencadear as reações necessárias para que aconteçam todas as transformações sobre a humanidade.

Os Índigos (Abikus) não começaram a chegar à Terra somente nas últimas gerações; o que acontece é que o seu número está aumentando cada vez mais para nos auxiliar no aumento vibracional da Terra. Eles já são tantos que, finalmente, não podemos mais ignorá-los. Haja vista que, em nossa casa de socorro espiritual, muitos aparecem para que nós os possamos auxiliar — e eles a nós. Porém, é claro que alguns partem antes de terminarem sua missão na casa e seguem por outros caminhos que os deixarão à deriva em breve. Mas tentamos, de todas as formas, explicar nos mínimos detalhes para que fiquem e concedam a si mesmos a oportunidade de concluírem o que vieram fazer.

Ainda vemos muitas discriminações que persistem em nossos tempos, venham de alguns pais, familiares mais próximos, médicos ou sacerdotes de outras religiões. Enfim, ainda passamos por uma fase de adaptação espiritual. E você, médium, entende e compreende que nem todos nós podemos estar com a razão, mas para cada caso há um caso. Em nossa casa de socorro espiritual, Ilê Axé Luz de Odara, de Jacareí/SP, temos alguém realmente comprometido com a espiritualidade e com profundo conhecimento sobre Índigos (Abikus): a Iyanifa Talabi. Ela é reconhecida no meio espiritual e profunda conhecedora do assunto através de seus Orixás e do Jogo de Búzios de Ifá, formada em território africano como Sacerdotisa de Orixás.

Assim, acredito eu que repassamos algumas dúvidas diante do assunto em pauta, e que isso sirva ainda mais para o crescimento mediúnico de cada um de vocês — filhos, filhas e simpatizantes de nossa Umbanda Sagrada do Ilê Axé Luz de Odara.

Iya Talabi

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